Financiamento de carro sem entrada, saiba como funciona

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Todos nós sabemos que comprar um carro é o sonho de muitos brasileiro, não é mesmo? Nós também sabemos que  nem sempre fácil de se realizar. Pois afinal, é comum que as concessionárias exijam  um valor de entrada, que pode ser alto. Para aqueles que não possuem um capital  guardado, a solicitação pode ser um problema. Mas existem meios de comprar um carro sem entrada. Acompanhe no texto!


Em linhas gerais, nós podemos dizer que o valor de entrada que normalmente é exigido para a compra de um carro, corresponde a cerca de 21% do custo do veículo. Isso significa que um carro popular, que custa aproximadamente R$43 mil, vai requerer uma entrada de pelo menos R$7.800! Logo, o custo não é nada barato, bastante alto, especialmente para situações em que comprar um automóvel é emergencial.

Portanto, contar com opções de compra sem valores iniciais é bastante interessante. Existem três modos de fazê-lo: por financiamento, por leasing e por consórcio.

Então, como farei o meu financiamento de carro?

Vamos lá pessoal, primeira coisa que você precisa ter em mente é o seguinte: fazer um financiamento sem entrada  pode ser bem mais caro do que a opção em que o consumidor entrega valores iniciais ao banco. Contudo, ele é também uma das opções mais práticas, já que seu funcionamento é como um parcelamento comum, isto é: o consumidor comprará seu veículo e deverá pagar parcelas mensais ao banco, até quitar o valor acordado.


O financiamento de carro sem entrada tem juros maiores. Geralmente as parcelas do seu carro também costumam ser bem maiores que o comum. Por isso, é fundamental ter a certeza de que sua renda dará conta que quitar as prestações. Atrasos de pagamentos são péssimos, e podem tornar a dívida ainda maior.

Além disso, o consumidor precisa possuir renda maior para ter seu financiamento aprovado. O parcelamento pode ser feito em até 68 meses.

Comprar um carro sem entrada com o leasing – entenda

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O sistema leasing  para compra de um carro funciona como um compartilhamento de tutela do veículo. O automóvel é adquirido pelo banco, enquanto o consumidor pode utilizá-lo. Ao longo do contrato, então, o indivíduo deverá quitar as suas prestações. Apenas ao fim do período, quando todas as parcelas forem quitadas, o carro será inteiramente do consumidor.

Esta opção é uma alternativa bastante interessante, suas mensalidades são mais baratas que um financiamento, assim como os juros.

Contudo, o carro não é inteiramente seu até que você o quite totalmente ao banco. Logo, é importante pensar a respeito na seguinte maneira: caso você seja do tipo que gosta de trocar de veículo a cada ano, o processo de troca poderá ser mais complicado.

Financiamento com Consórcio- considerações


Esta é a última opção que recomendamos, é possível comprar um carro sem entrada por meio do consórcio. A grande vantagem (se é que podemos dizer assim) do consórcio é que ele não possui juros, mas sim taxas baixíssimas. Entretanto, é necessário pagar mensalidades e aguardar seu sorteio para recebimento do dinheiro, e só então fazer a compra do automóvel.

Veja bem pessoal,  não tem mistério, o  consórcio funciona  basicamente como um grupo de financiamento, em que várias pessoas contribuem para um mesmo fundo. Esse fundo é gerenciado por uma operadora de consórcio. A operadora sorteia mensalmente uma carta de crédito, que consiste no valor total buscado pelo consumidor.

Em conclusões finais, se porventura você deseje um carro de R$40 mil, deverá aderir um consórcio de mesmo valor. Mensalmente, deverá pagar prestações que, ao fim do contrato, chegarão a R$40 mil. A qualquer momento do acordo, o consumidor pode ser sorteado e receber todo o valor de que precisa, adquirindo o carro. Em seguida precisará continuar a pagar as suas parcelas, até quitar todo o consórcio.

Boa sorte!