Dicas essenciais para você organizar as suas finanças pessoais

Finanças pessoais se resume a isso: objetivos, prazos, metas e, baseada nisso, a escolha dos investimentos que o ajudarão a alcançá-los. Nunca se esqueça que, ao longo do tempo, correções e mudanças terão de ser feitas, uma vez que a economia está em constante movimento.

Para ser claro e bem específico, e não deixar você muito confuso, Finanças Pessoais  pode ser entendido como o nome que se dá a tudo o que se relaciona ao âmbito financeiro de uma pessoa física, aplicando os mesmos conceitos financeiros usados em uma empresa ou em qualquer outro aspecto da sociedade como Governo e Estado.


Isso basicamente quer dizer que em suas finanças pessoais, você vai ouvir falar de orçamento, planejamento e fluxo de caixa, entre outras coisas que fazem parte desse importante ponto de sua vida chamado “Finanças Pessoais”.

E neste texto vamos tratar de temas ligados às suas finanças pessoais, de forma que conheça os segredos que diferenciam os milionários da grande maioria das pessoas quando o assunto é finanças pessoais.

Você não entende porque “as contas nunca fecham”? Nunca “sobra” dinheiro para investir? Você está sempre no vermelho? Seu patrimônio parece que nunca sai do lugar?


Agora chegou a hora de você entender exatamente como suas finanças pessoais são fundamentais para tudo isso.

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Agora que você leu as duas indicações acima, nós iremos terminar este artigo complementar dizendo o seguinte para você:


Você pode basicamente começar criando o hábito saudável de olhar para seu extrato com frequência, identificando exatamente quanto entra e quanto sai, para chegar no ponto crucial das finanças pessoais: gastar menos do que você ganha.

É muito simples, não é verdade? Mas muita gente não consegue. Pior ainda; o desconhecimento das finanças pessoais é tão grande que, acredite, existe quem pense que gasta menos, quando na verdade gasta mais.

Como isso é possível? Mecanismos de crédito, com parcelamentos supostamente sem juros, que “criam sensação de poder de compra”, sem que de fato haja.

E como a dívida é constantemente “rolada”, cria-se a falsa sensação de adimplência, afinal, a conta está no azul.

No entanto meus amigo, o acúmulo de parcelas e juros, em algum momento, trará a realidade à tona, de modo que será muito difícil reverter a situação. E toda essa problemática converge, novamente, para um mesmo ponto: falta de conhecimento e de interesse por finanças pessoais.

A partir do momento em que se adquire o conhecimento básico, de modo que suas finanças pessoais sejam parte integrante de sua rotina, fica muito mais simples a tarefa de gastar menos do que se ganha e, por consequência, investir essa diferença.

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